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Escrito por Jonilson Chagas às 11h47
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Escrito por Jonilson Chagas às 11h35
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>Presidente sem barba... Demorou. Acabou a farra do descontrole do gasto público promovida nos últimos anos do governo Lula. O objetivo foi atingido, a eleição de Dilma. O alinhamento do gasto público com o esforço do BC para controlar a inflação é fundamental. A queda de braço ocorrida nos últimos anos levou o país a levantar dúvidas na comunidade internacional sobre a gestão dos seus gastos. Cortar 50bi do orçamento de um país que precisa resolver problemas sociais historicamente estabelecidos parece uma pervecidade, mas não é. O Brasil necessita repetir bons resultados para evoluir socialmente. Há uma pressão internacional sobre os preços das commodities, especialmente os alimentos, que aumenta a inflação desses produtos. A boa notícia está nas nossas reservas, que atingiram 300bi. Outra crise está a caminho. |
Escrito por Jonilson Chagas às 17h11
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Escrito por Jonilson Chagas às 18h33
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A Marcha da Família com Deus pela Liberdade... "Parem o mundo que eu quero descer". Ainda bem que o sonho comunista caiu junto com o muro. Temia pelo ressurgimento do bicho papão que comia criancinhas. Mas agora tudo mudou, a marcha luta agora pelo "pão doce" e querem que "pobre se exploda". Aliás, pobre é pobre porque é pobre. É o circulo vicioso da pobreza que está em jogo. Quebrar esse paradigma envolve não apenas assistir o pobre, mas criar as condições para que se identifiquem nesse processo. Coisa que a marcha não quer. Assim é o Brasil em toda eleição para Presidente. Uma luta entre "terroristas assassinos" e "fujões" que defendem o interesse da marcha. Tudo bem. Seja lá qual for o resultado dessa eleição, a Democracia brasileira dá mais um pequeno passo... apenas um pequeno passo.
Escrito por Jonilson Chagas às 03h05
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Um dia para comemorar? 13 de maio. Poucos brasileiros lembram, mas hoje se comemora a abolição da escravidão no Brasil. Apesar da transmutação do processo escravocrata, que insiste em reaparecer nas relações de trabalho, essa data me fez lembrar os negros do Recôncavo Baiano, dos negros de ganho, dos negros das terras devolutas, dos esquecidos e dos ilustres também. Economicamente, o fim da escravidão possuiu extrema importância na determinação de mudança do modelo de acumulação até então vigente. A abolição não sepultou todo o passado de um povo, as transformações foram gradativas. Os aspectos sócio-culturais atribuídos aos ex-escravos apenas revelam um grupo social que escolheu trabalhar para viver e não, como anteriormente, viver para trabalhar. Inevitável não lembrar o Professor Dr. Milton Santos. Negro, baiano, geógrafo, humanista, cientista e otimista, esse senhor sóbrio identificou na fábula e na perversidade uma oportunidade. Saudoso, penso nas marisqueiras do Recôncavo. Fiz fotos que mostram um desses momentos, mulheres e crianças negras catam mariscos debaixo de uma amendoeira. Garantia do alimento e de um pouco de dinheiro para comprar outras mercadorias. 
Ao povo Negro, cujo sangue corre nas minhas veias (e o meu nariz não nega isso) e nas veias da minha filha, o meu imenso respeito.
Escrito por Jonilson Chagas às 14h59
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Teste para cardíaco... A economia do Brasil é um verdadeiro teste para cardíaco. Após entrar o ano com todo o gás e o BC amarelar numa de suas reuniões, o país não agüentou, o esforço foi muito grande para sua “estrutura”. Resultado, SELIC em 9,5%. Aliás, apesar de toda aposta de crescimento acima dos 6%, o comportamento da inflação é “chapa branca”, fruto do fim do pacote de bondades oferecido pelo governo e personificado nas reduções de IPI. Conversa fiada para boi dormir é acreditar que o Brasil consegue crescer a taxas superiores a 5% sem Belo Monte. O crescimento da oferta de energia necessária para suportar essa variação de PIB é frustrante. Enquanto isso, o Brasil continua discutindo meio ambiente como se o homem não fizesse parte dele.
Escrito por Jonilson Chagas às 11h50
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A independência que custa caro.... Demitido após se recusar a usar reservas em moeda estrangeira para pagar dívidas soberanas do seu país, o presidente do BC Argentino, Martín Regrado, foi reconduzido ao cargo pela justiça argentina. Engraçado o presidente do BC pensar que as reservas são do povo argentino e suas dívidas não. A política monetária argentina não pode se tornar refém do congresso e da própria justiça. Para atrair investimento, o país necessita cumprir contratos e apresentar um ambiente estável, principalmente ao se falar de inflação. Imaginem se o presidente Lula demitisse Henrique Meireles e o Supremo o colocasse de volta ao cargo? Siglo de los tiempos....
Escrito por Jonilson Chagas às 19h12
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Cautela e caudo de galinha... O BC decidiu manter a taxa selic na última reunião do COPOM. Apesar dos indícios de queda de preços, principalmente no IGPM, o aquecimento da economia recomenda essa pausa para observar os efeitos dos cortes anteriores. Não é função do BC Brasileiro se preocupar com crescimento econômico, apenas com a inflação, ou seja, com a nossa moeda. Agora é esperar e apostar as fichas. Há quem diga que o PIB fecha no 0x0 esse ano. No entanto, sou mais otimista e acredito num crescimento, mesmo que pífio.
Escrito por Jonilson Chagas às 09h43
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Negócios da China... David Smick, autor de O Mundo é Curvo, revela possíveis dados assustadores sobre a aeconomia chinesa. O país teria contraído empréstimos que somam metade do PIB, equanto os gastos do governos estariam entre 80% e 85% do mesmo PIB chinês. O inquietante repousa no fato da dependência extrema das contas externas, uma vez que aproximadamente 42% do PIB é exportado. Esse livro faria o velho Lord Keynes tremer no túmulo. Ademais, problemas sociais crônicos e mercado interno incipiente formam a receita perfeita para a afirmação de Smick. ?A China é a próxima BOLHA?... Levaram esse negócio do cálculo do PIB muito a sério (sic meu)... além do mais, exitem limites para os gastos do governo, que inlcuem as próprias fontes de financiamento. Pode-se afirmar que estão vendendo algo que não existe, ou que é efémero, como tudo na china. Exceto Mao... Como todo produto chinês tem qualidade duvidosa, devemos guardar as mesmas proporções sobre a interpretação dos dados do autor. Da mesma forma que os dados sobre a economia chinesa são publicados pelo governo chinês, os dados apresentados por Smick podem também sofrer da mesma desconfiança....
Escrito por Jonilson Chagas às 09h30
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Taxa de Juros epiléptica.. Duro esse conceito de liquidez, não? A diferença básica entre a caderneta de poupança e os fundos de renda fixa é justamente a liquidez. Os constantes cortes na SELIC empurrou a taxa de juros para próximo do rendimento da caderneta de poupança, o que gera um desestímulo para a aplicação em fundos de renda fixa. Taxar os saldos de poupança superiores a 50 mil reais não parece um alterntaiva clara. Toda vez que as regras do jogo se tornam complexas, onde as mesma variáveis assumem valores diferentes a depender do seu contexto, os resultados são contestáveis. Solução? Bem, inicialmente quebrar o paradoxo de que a poupança é o único porto seguro para o dinheiro do poupador já seria um importante começo. Mas penso adiante. Tornar os fundos atrativos envolve remunerar menos a caderneta de poupança, procedimento que pode ser gradativo. Por outro lado, os bancos deveriam convencer os poupadores a converter os saldos sem saques durantes determinado período (90 dias, por exemplo) em fundos de renda fixa. O fato é que depois das eleições presidenciais de 2010, a caderneta de poupança deve remunerar menos. Mas isso tudo dependerá do comportamento da moeda brasileira, ou seja, dos índices de inflação, única variável utilizada pelo BC na determinação do tamanho da SELIC.
Escrito por Jonilson Chagas às 14h05
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A dialética da Crise... A evolução qualitativa dos eventos observados pela dialética pode ser o ponto de partida para a interpretação da nova crise vivida pelo capitalistmo. Admitir que o objeto observado pode se tornar sua negação nos permite vislumbrar uma evolução natural do capitalismo que permita antever movimentos futuros idênticos aos já vivenciados. No entanto, a experiência pode sofrer interferências de variáveis não observadas que podem ser determinante dos resultados. Assim, a crise atual é distinta de todas que o capitalismo já viveu. A necessária intervenção do Estado já fora utilizadas noutros momentos, mas aspectos típicos dessa crise servirão de insumo para o desenvolvimento de mecanismo que proteja o sistema de sofrer com os mesmo erros vividos por agora. Falo da financeirização do capitlismo, dinheiro que produz dinheiro (D - D'), sem mercadorias ou serviços, sem riqueza.
Escrito por Jonilson Chagas às 11h05
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Veja bem, caro Ministro... Um artigo publicado por Maílson da Nóbrega na revista Veja de 22 de abril de 2009 me fez refletir sobre a participação do governo no mercado, mais especificamente no mercado financeiro. O autor se refere ao comportamento do governo brasileiro ao demitir o Presidente do Banco do Brasil que relutava em acatar a decisão do acionista majoritário - no caso o próprio governo - em baixar as taxas de juros. Nóbrega fez referência aos momentos históricos em que o banco foi usado como instrumento de política econômica e os efeitos dessas decisões. Ninguém discorda dos efeitos nefastos que o banco sofreu ao oferecer crédito barato e farto na contramão do mercado. No entanto, há um anacronismo no argumento do ex-ministro. Inicialmente, o BB é uma empresa de capital aberto, que possui ações num mercado aberto, livre e extremamente evoluído. Ambiente completamente distinto do vivido pelo banco noutros momentos citados por Nóbrega. Os acionistas minoritários detém a liberdade de manter ou não os ativos do BB. Evidente que a instituição deve respeitar as deliberações do seu conselho, mas as decisões do acionista majoritário, que aliás é uma característica do próprio mercado livre defendido pelo autor, devem ser respeitadas. Foi o que aconteceu. Meus caros. Descontentes com a gestão do BB? Acham que deve ser completamente privatizado? Vendas as ações ou continue recebendo dividendos compartilhados dos lucros obtidos pelo banco meio-público meio-privado. Defender a privatização de instituições financeiras é tirar do Estado a possibilidade de regular segmentos estratégicos para a economia nacional. Isso, pricipalmente num momento de crise, não parece muito inteligente.
Escrito por Jonilson Chagas às 21h47
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Tequila e imprevidência - G1 - "FMI libera linha de crédito de US$ 47 bilhões para ajudar o México" Enquanto os Estados despejam bilhões nas suas economias para garantir a liquidez e um possível crescimento pífio da renda, os mexicanos recebem um "cheque especial" do FMI. Apesar de afirmar não desejar usar, a ressaca da imprevidência mexicana fica evidente. O país deveria poupar nos anos em que a economia cresceu e sofrer menos com mais essa crise do capitalismo, que desvaloriza a moeda e corroe sua pouca reserva. A moeda mexicana já perdeu 50% do seu valor, enquanto a moeda brasileira perdeu 25%.
Pelo visto, os críticos do superávit primário brasileiro se esconderam, provavelmente vão criticar a atual política econômica brasileira e tentar rediscutir o socialismo e o papel do Estado na economia. Vamos importar tequila, ajudar o México e esquecer essa conversa
Escrito por Jonilson Chagas às 20h28
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Carnaval... Segundo o Oráculo, “o Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes.” Os dias que antecedem a Semana Santa esbaldam os brasileiros de Carne, muita Carne.... Em cima dos trios, nas escolas de samba ou mesmo nas ruas, as Carnes estão à mostra... Enquanto a páscoa não chega, a balbúrdia nos guia entre os absurdos... Antes comemorava-se a fartura. Agora comemoramos a sexualidade... seja ela qual for.
Escrito por Jonilson Chagas às 20h28
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